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Na década de 1970, Sergio Larraín García-Moreno toma consciência da importância que sua coleção adquiriu e da urgência de se preocupar com sua manutenção completa e permanente, com um abrigo institucional além das contingências. Em seguida, inicia conversas com entidades universitárias e estaduais com a intenção de fazer uma doação para que a coleção seja exibida, preservada e ampliada. Após algumas tentativas, ele encontra uma resposta entusiasmada no prefeito de Santiago, Patricio Mekis, que acolhe a idéia e começa a trabalhar para encontrar um imóvel que abrigue a instituição.

Ao mesmo tempo, Sergio Larraín confia ao advogado Julio Philippi I. um modelo legal que serviria para dar à luz uma instituição estável, que guardaria os objetos, garantiria sua integridade e lhes daria um destino sob os princípios e princípios orientadores. É assim que emerge a Fundação Familiar Larraín Echenique, batizada e uma maneira de afirmar que foram seus herdeiros, e não o próprio colecionador, que doou as coleções para criar e manter um museu voltado para o cuidado, o estudo e a divulgação. Assim, por meio de um acordo entre a Fundação e o Ilustre Município de Santiago, que contribui com o edifício e as despesas administrativas gerais, em dezembro de 1981, o Museu Chileno de Arte Pré-Colombiana abre suas portas ao público.


O Museu de Arte Pré-Colombiana está localizado a apenas 10 minutos do Almacruz Hotel e Centro de Convenções.


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